Índios Pataxós (2)

 

Acompanhamos um dia de “Auê” dos Pataxós. A celebração com dança, arte e esporte atravessa gerações.

E conversamos também com o índio mais velho da aldeia.

Dia 2.04_10_43_16.Still068.jpg

Era dia de celebrar, de agradecer. Os Pataxós se reuniram na cabana. Jovens e velhos, mulheres, crianças e homens dançaram e cantaram. Era o chamado “Auê”, um momento de festa deles. Todos capricharam no visual, com roupas típicas, colares, brincos e adornos feitos pelos índios. O artesanato ainda é o principal meio de sobrevivência dos Pataxós.

A dança é com os pés descalços, pisando forte na terra, para absorverem energia. Assim eles se sentem conectados à mãe natureza.

Teve também esporte, o “derruba o toco”, uma disputa entre dois índios, que tentam derrubar o toco (neste caso uma garrafa pet cheia de areia) com o corpo do adversário.

Conversamos também com o antigo cacique, o índio mais velho da aldeia. O segundo episódio da experiência com os índios Pataxós de Minas Gerais você confere abaixo: