Maíra visita Joanna Maranhão

 

O bronzeado do Recife, definitivamente, não é o mesmo de Minas Gerais... Mas a pernambucana, Joanna Maranhão, e a mineirinha que vos fala, eu, temos muito em comum. E acredito que a maioria das brasileiras também vão se identificar. Um mergulho na coragem...

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A diferença do tom de pele é gritante e a gente foi logo dando risada disso! Encontrei a Joanna em um lugar maravilhoso, onde ela treina todos os dias, em Belo Horizonte. O CTE (Centro de Treinamento Esportivo da UFMG) não é um clube tradicional. É mais democrático. Lá, além de atletas de alto rendimento, outros esportistas também treinam. Tem iniciação, escolinha e esportes paralímpicos. Uma estrutura de ponta em um espaço inclusivo. Isso é a cara da Joanna Maranhão! A nadadora super campeã, que perdeu as contas dos títulos que ganhou representando o Brasil, não fez fortuna com a carreira. Ela escolheu não se render ao sistema que diz ser corrupto no esporte brasileiro. O que ganha hoje com a natação é o suficiente para seu sustento. E ela é feliz assim.

A pernambucana adotou Beagá como segunda casa, onde vive com o marido, o Judoca Luciano Correa, e dois cachorros. Visitei também o lar deles. Um lugar simples, aconchegante, com gente sincera! Aí foi a minha vez de me sentir em casa. Tirei o sapatos, me assentei confortavelmente em minha verdade, naquele sofá, ao lado de uma guerreira, que, para mim, é metade peixe. A outra metade se alterna entre uma menina e uma mulher. Corajosamente, ela divide conosco sua batalha para lidar com a própria dor. E fala também do trabalho que faz com crianças, na ONG "Infância Livre", na luta contra a pedofilia. 

Pois então, se assente aí no seu sofá e clique no vídeo abaixo. Bom mergulho a todos!

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