A cidade é nossa

                                              Que tal valorizarmos mais e reclamarmos menos?

 
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Fotos: Magê Monteiro

Sabe aquela história de que a grama do vizinho é sempre mais verde que a nossa? Pois é... Passou da hora de nós, mineiros, cuidarmos melhor da nossa verdinha montanhosa e pararmos de secar o mar dos outros...

O Belo Horizonte já foi mais belo, é fato. Nosso trânsito já foi mais light. Nosso ar, mais puro. E nossas montanhas sobreviventes, coitadas, só diminuem com o passar do tempo...

Motivos para reclamar a gente tem aos montes! A falta de um metrô de qualidade na terceira maior capital do Brasil, que já passou dos 2 milhões e 500 mil habitantes, segundo o IBGE.  A falta de uma ciclovia digna para os ciclistas, que se arriscam a pedalar entre os veículos. A violência, a desigualdade. Enfim... Até a falta do mar por aqui tem gente que lamenta...

Eu não sou do tipo que fica apontando e reclamando só não! Acredito que a gente precisa cobrar das autoridades, claro, mas temos também que fazer a nossa parte. Temos que repensar nossas atitudes, nossa rotina, nossos hábitos e nossa convivência. Sempre dá pra melhorar!

Eu sou do tipo que pensa positivo. Que acredita. Que não se acomoda. Que se reinventa. 

A partir de hoje, me dedico de braços abertos à valorização de Belo Horizonte e Minas Gerais. Vou mostrar lugares esquecidos, desconhecidos, que precisam renascer. Vou apresentar pessoas e iniciativas inspiradoras do nosso estado, que merecem aparecer. Acredito no poder transformador de uma história.

Mas nessa história aqui, eu preciso de você. Do embate, do comentário, da colaboração, da discussão.

E aí? Topa? Simbora valorizar o que é nosso?!

Há! E para aqueles que lamentam a falta do mar, o papo é reto! O trem mineiro funciona assim ó: se quer se banhar, vai andar, meu filho! Sem preguiça! Sujar os pés de terra, suar, subir e descer. A recompensa dessa caminhada é abençoada. E se chama cachoeira.